O setor de saúde tem restrições específicas nas plataformas de anúncio que a maioria dos gestores não domina. Tenho experiência direta com o que é permitido, o que é restrito e como gerar resultado real dentro dessas regras.
Google Ads e Meta Ads têm políticas específicas para o setor de saúde: restrições sobre o que pode ser prometido, quais imagens podem ser usadas, quais termos acionam revisão ou bloqueio de conta. A maioria dos gestores generalistas não conhece essas nuances — e isso custa caro: campanhas reprovadas, contas suspensas e verba desperdiçada em configurações erradas.
Quem conhece as regras usa isso como vantagem competitiva. É possível gerar volume de agendamentos qualificados respeitando todas as políticas — e com custo por agendamento muito abaixo do que clínicas costumam pagar.
O ponto de partida é sempre entender a clínica: quais especialidades têm prioridade, qual o ticket médio por procedimento e onde está o gargalo atual — falta de leads, leads sem perfil ou problemas na conversão.
Em projetos com clínicas de diferentes especialidades, um padrão se repete: campanhas genéricas rodando para públicos amplos, sem separação por procedimento, com linguagem que viola as políticas das plataformas e sem rastreamento de agendamento real.
Quando reestruturamos a conta com campanhas por especialidade, linguagem adequada às políticas e rastreamento correto, o resultado consistente é: queda no custo por agendamento e aumento na qualidade do paciente que chega à consulta.
Me conta sobre a sua clínica e as especialidades que quer priorizar. A conversa inicial é gratuita.
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